“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar(porque está escrito:Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro).” (Gl 3.13)

 

Confissão: Eu fui liberto de toda a maldição da lei: a maldição da enfermidade, a maldição da miséria e a maldição da morte. Eu rejeito toda maldição sobre a minha vida, pois Cristo já as carregou em meu lugar. Deus fez comigo uma aliança na cruz, assinada com letras de sangue. Agora, tudo o que é meu lhe pertence e tudo o que é d’Ele também me pertence. Minha era a doença, a maldição, a pobreza e a morte. Ele tomou tudo isso para si e me deu a sua vida, a sua saúde, a sua benção e a sua prosperidade.

 

08.05.17 [16º Dia Jejum O PÃO DOS FILHOS] – DESFRUTANDO DE CRISTO COMO O MANÁ

 

As pessoas são aquilo que comem. Os nutricionistas dizem-nos que somos o que comemos, porque a comida que ingerimos vem a fazer parte de nós mesmos.

Ao dar ao seu povo maná para comer, Deus indicava que sua intenção era mudar-lhes a natureza. O povo já havia mudado de lugar. Antes, estava no Egito, agora, estava com o Senhor, no deserto.

Mas não basta uma mudança de lugar, deve haver também uma mudança interior. A maneira de Deus produzir tal mudança em seu povo é mudando a nossa dieta. Por comer comida egípcia, o povo de Deus era constituído por elementos egípcios.

A dieta egípcia torna as pessoas egípcias, alimenta a carne e no final causa morte. Mas a dieta celestial torna as pessoas celestiais e nos capacita a cumprir o propósito de Deus.

Por que Deus deu o maná ao seu povo? Ele deu o maná com uma intenção específica. Deus queria alimentá-los com a comida do céu, a fim de enche-los com o elemento celestial. O seu desejo era preenchê-los, nutri-los, fortalecê-los por meio da comida espiritual. E através desse comer, transformá-los num povo celestial.

O povo de Deus tem de ser transformado em pedras espirituais, a fim de poderem ser constituídos elementos da edificação da casa de Deus na terra. A intenção de Deus não é introduzir uma porção de egípcios redimidos no céu. A maneira como Deus faz esta transformação é mudando a nossa dieta.

 

  1. Qual o significado do comer?

Comida é tudo o que introduzimos em nosso interior, visando a nossa satisfação. Comida é tudo aquilo que entra pelos cinco sentidos, visando o nosso prazer e satisfação.

O conceito do comer é básico em toda a Bíblia. A primeira menção de algo na Bíblia governa o seu significado por toda a Escritura. Após criar o homem, Deus lhe deu uma ordem e aviso acerca do comer: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás” (Gn 2:16-27). O comer é uma concepção básica porque diz respeito ao relacionamento do homem com Deus.

Deus colocou o homem diante da árvore da vida (Gn 2:9), com a intenção de que este o tomasse para dentro de si como a sua própria vida.

No quadro da redenção, em Êxodo 12, temos o sangue borrifado nas portas e dentro da casa se come o cordeiro com pães asmos e ervas amargas.

Em João 6, o Senhor Jesus diz ser ele o verdadeiro maná que veio do céu para ser alimento do seu povo. Jesus disse: “Quem de mim se alimenta, por mim viverá” (Jo 6:57). Para vivermos corretamente, precisamos comer corretamente.

O homem caiu por comer incorretamente. No mesmo princípio, somos salvos e curados por comer de maneira correta. O homem caiu por comer do fruto da árvore do conhecimento, mas ele é salvo e transformado por comer da árvore da vida.

 

  1. O maná é um tipo de Cristo (Jo 6:31-35, 48-51, 57-58). 

Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: não foi Moisés quem vos deu o pão do céu; o verdadeiro pão do céu é meu Pai quem vos dá. Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo. Então, lhe disseram: Senhor, dá-nos sempre desse pão. Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede. Jo. 6:32-35

Como verdadeiro maná, Cristo foi enviado ao seu povo para que esse vivesse por meio dele. Precisamos comer para viver. A única maneira de não ficarmos subnutridos espiritualmente, é comermos sempre do Senhor Jesus.

O nosso espírito foi regenerado, mas a nossa alma está sendo transformada. A maneira de sermos transformados é pela nossa dieta. Se comermos da comida egípcia, nos tornamos pessoas egípcias, mas se comermos do maná celestial, que é o Senhor Jesus, nos tornamos cada vez mais semelhantes a ele e nos enchemos de vida.

A maneira de Deus nos transformar é mudando a nossa dieta. Nós nos tornamos semelhantes àquilo que comemos. Quando comemos, estamos sendo fortificados e também transformados. O  Senhor tinha também isso em mente quando instituiu a Ceia como memória da aliança. Ao comer da Ceia, estamos comendo dele próprio: ele é o maná que desceu do céu para a nossa satisfação.

 

  1. As características do Maná
  2. Do Céu – 16:4

A palavra maná no hebraico significa: “o que é isso?” Eles não foram capazes de definir o que comiam e os supria, assim como não podemos definir a Cristo, mas sabemos que ele é o nosso suprimento de vida.

A cada dia o inimigo tem preparado planos e ardis contra você, o Senhor porém tem preparado toda provisão, todo suprimento e toda graça no maná diário. Tudo o que você precisa diariamente é do maná e você deve recebê-lo pela manhã. Embora seja aparentemente pequeno ele carrega toda a provisão de Deus para você naquele dia.

A primeira característica do maná é que ele é celestial (16:4). Não podemos explicar o maná, apenas desfrutar dele. Muito embora não possamos explicar Cristo em sua essência e composição ele é muito real. Apesar de ser invisível e intangível, é substancial e sustenta o seu povo.

 

  1. De manhã – 16:12

O fato de o maná vir à cada manhã, nos mostra que devemos ter renovada a nossa fome por ele à cada novo dia. Cada dia é um novo começo para com Deus. Precisamos lembrar ainda que ninguém poderia guardar o maná para o dia seguinte, pois este se perdia. A experiência de ontem não serve para hoje. O mantimento de ontem não pode nos sustentar hoje.

Não podemos guardar o maná para o dia seguinte. Quando o maná era guardado ele cheirava mal e dava bichos. Deus não quer que seu povo seja independente dele. Essa é a razão porque ele nos ensinou a orar dizendo: “o pão nosso de cada dia, dá-nos hoje”. Não é o pão para a semana ou para o mês, mas é o suprimento para cada dia.

Um pai sábio nunca dá tudo para o filho senão o filho não volta a ele. Um pai sábio sempre dirá: “cada vez que você precisar de alguma coisa, venha até mim!” Dessa forma há comunhão e tempo juntos. Minhas filhas sabem que as amo incondicionalmente, mas às vezes era bom dizer: “se você precisa disso, então vem aqui dar um beijo no papai!”

 

  1. Com o orvalho – 16:13 e 14

Em Êxodo 16:13,14, notamos que o maná veio com o orvalho. Se compararmos com o Salmo 133, iremos notar que o orvalho é a graça de Deus sobre nós. Em Lamentações 3:22-23, lemos que as misericórdias se renovam à cada manhã. Isso também nos lembra do orvalho. O maná sempre vem junto com a graça e o amor de Deus.

O maná é o nosso suprimento diário da palavra de Deus liberada a nós. A maneira como o Senhor a libera sobre nós é como as gotas de chuva. Você sabia que numa núvem pode haver milhões de litros de água? Se toda essa água fosse liberada de uma única vez poderia destruir quase tudo. Mas Deus é tão sábio que faz com que toda essa água se transforme em gotas na atmosfera de forma que até aquela flor mais delicada seja preservada.

A Palavra de Deus é liberada sobre nós do mesmo modo, como gostas de chuva que traz refrigerio. Em pequenas porções que são como bocados que nos suprem. Deus não nos dá toda a sua sabedoria de uma vez, mas ele a envia na forma de maná.

 

  1. Pequeno – 16:14

Em Êxodo 16:14, percebemos que o maná era algo pequeno. Ser pequeno significa que ele pode ser ingerido com facilidade por qualquer um de nós. O Senhor é tão grande que o universo inteiro não o pode conter, mas é tão pequeno que pode ser assimilado por mim e habitar no meu espírito.

O que colheu pouco tem o mesmo poder, provisão e graça daquele que colheu muito. Não se preocupe sobre o que você não entende na Palavra, mas deguste o que você já entende.

O maná não podia ser guardado para o dia seguinte, isso significa que precisamos de uma revelação fresca da Palavra a cada dia. Não importa se é ouvindo a pregação num CD, lendo a Palavra ou meditando num livro cheio de Cristo, o importante é que seja diário.

Muitos buscam grandes revelações de Cristo, mas o Senhor quer nos suprir a cada dia com pequenas revelações. O maná era pequeno e fino. Ainda que não há nada realmente pequeno quando se refere a Cristo.

Muitos maridos acreditam que precisam fazer grandes coisas para a sua esposa para fortalecer seu casamento. Ficam meses esperando um grande evento para alimentar o seu casamento. Mas a verdade é que não são as grande coisas, grandes demonstrações que fazem o casamento, mas as pequenas atitudes no dia a dia.

Deixe-me dar-lhe alguns exemplos de maná que tenho recebido dia após dia. Pode parecer algo pequeno, mas é o maná do Senhor para me suprir.

Estava em casa e me veio um desejo de comer doce de pêssego. Saí para comprar e quando estava pegando a lata no supermercado alguém disse no microfone: “somente agora! Super promoção de doces enlatados! Duas latas pelo preço de uma!” Eu fiquei meditando no que é a graça e a provisão do Senhor. Parece algo pequeno, mas quando o povo colhia uma porção de maná aquilo era uma grande provisão. Mas perdemos isso quando procuramos pelas grandes revelações.

Quando Jesus veio ninguém celebrou o nascimento do rei dos reis, apenas os anjos e alguns pastores estavam lá. Ele nasceu numa das menores vilas de Israel chama Casa do pão, Belém. Ele veio como um pequeno bebê. Quem imaginaria que esse bebê cresceria e purificaria leprosos, abriria os olhos dos cegos, ressuscitaria os mortos e andaria sobre o mar. Quem diria que abriria os braços e nos livraria de toda condenação e da escravidão do pecado. Naquele momento ter a revelação que Cristo seria o salvador talvez parecesse pequeno. Não despreze as pequenas revelações.

Por que Jesus se curvou para escrever no chão em João 8?. Foi assim porque se ele nunca tivesse se curvado, se abaixado até nós nunca poderíamos ser salvos. É interessante que ele se curvou duas para escrever. Isso certamente denota que ele é o que escreveu as leis em pedras por duas vezes. Na primeira vez as pedras foram quebradas e o povo condenado, mas na segunda vez Deus mandou que elas fossem colocadas dentro da Arca, debaixo do sangue aplicado. Isso foi para mostrar que a lei não pode mais nos condenar quando somos perdoados pelo sangue.

A Palavra de Jesus para a mulher foi: vai e não peques mais. Esse não peques mais é uma promessa e não um mandamento. A graça transformou os mandamentos em promessas. Antes era: “não matarás!” Agora é: “não matarás, eu te prometo!”

A primeira coisa que o Senhor disse quando se levantou foi: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida (Jo. 8:12). A luz foi condenação para todos acusados na consciência, mas para nós ela é a graça que nos permite ver que a sua graça é maior que o nosso pecado. Onde não há mais condenação há verdadeira libertação do pecado.

O Sermão do monte foi o sermão mais elevado e mais extraordinário jamais proferido. Não foi intenção do Senhor nos condenar ao proferi-lo, mas a perfeição de Cristo inevitavelmente nos confronta. Jogar bola com o Neymar é sempre humilhante para quem não sabe jogar como é o meu caso. Ele pode ser amável e sempre sorridente comigo, mas a perfeição dele vai me expor e condenar. Entretanto, depois que o Senhor desceu do monte ele purificou o leproso para mostrar por quê ele veio até nós (Mt. 8:1-3).

Fé é ter uma boa opinião a respeito de Deus. Você só pode receber se crer que Deus ´bom e quer lhe abençoar. Fico sempre pensando como as pessoas ficam indignadas quando dissemos que todas as coisas ruins procedem do diabo, mas acham lógico atribuir a Deus todos os males da terra. Não têm uma boa opinião sobre Deus, por isso não podem conhecê-lo.

 

  1. Fino – 16:14

O maná era muito fino e uniforme. Por natureza, somos ásperos e desequilibrados, mas o Senhor é fino e suave. Qualquer um que tenha experiência com o Espírito há de notar o quanto ele é educado, cavalheiro e gentil. Quando comemos do Senhor, também nos tornamos finos e sóbrios.

 

  1. Redondo – 16:14

O fato de o maná ser redondo (16:14) indica a eternidade de Cristo. O círculo é o símbolo da eternidade, sem começo e sem fim. Cristo é a comida eterna, com uma natureza eterna e para eterno suprimento do seu povo. Ao comermos dele também nos tornamos participante de sua vida eterna.

 

  1. Como geada – 16:14

A geada é intermediária entre o orvalho e a neve. Tanto o orvalho como a geada são refrescantes, mas a geada tem a característica de matar os germes (16:14). Assim também, cada vez que comemos do Senhor em nosso espírito, somos refrescados e, ao mesmo tempo, há uma limpeza de todo germe lançado pelo Diabo.

 

  1. Branco – 16:31

Ser branco significa ser limpo, puro, sem qualquer tipo de mistura. A nossa pureza também está em nos alimentarmos dele, comendo de sua Palavra. A sua Palavra é água que nos lava e santifica. Se comemos do Senhor diariamente, seremos cada vez mais puros e limpos. Ser branco significa ser sem mancha. Quando comemos do Senhor, as manchas dentro de nosso caráter vão sendo eliminadas.

 

  1. Sabor como bolos de mel – 16:31

O óleo tem o aroma e o mel tem a doçura. Aroma e doçura são os dois aspectos mais importantes do paladar. A comida saborosa é sempre aromática e doce. Quando desfrutamos do Senhor, podemos sentir a sua fragrância e doçura. Desejável, doce, flagrante, amável e terno é o nosso amado, nosso alimento, nosso desfrute, nossa vida.

Quando você veio para a Cristo você foi motivado pelo seu problema, enfermidade ou alguma necessidade. Mas quando você ouviu a Palavra você percebeu que havia algo tão doce e tão agradável. Era a presença e a vida de Cristo vindo a você. Precisamos ter muito cuidado para não perder essa sensação de prazer e alegria.

 

  1. O maná e as riquezas

Deuteronômio 8:16-18 diz que o Senhor deu o maná para que tivéssemos forças para adquirir riquezas. Ele nos sustenta com o maná para que não pensemos que é o nosso braço que nos dá riquezas. O maná diretamente não dá a riqueza, mas dá força para adquiri-las.

…que no deserto te sustentou com maná, que teus pais não conheciam; para te humilhar, e para te provar, e, afinal, te fazer bem. Não digas, pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas. Antes, te lembrarás do SENHOR, teu Deus, porque é ele o que te dá força para adquirires riquezas; para confirmar a sua aliança, que, sob juramento, prometeu a teus pais, como hoje se vê. Dt. 8:16-18

Em Mateus 6:33-34 Jesus disse para buscar em primeiro lugar a justiça do reino e, então as outras coisas nos seriam acrescentadas. O Senhor está falando aqui do princípio do maná, devemos buscar o suprimento de Deus a cada dia e quando fazemos isso receberemos forças para adquirir todo o resto.

No final do capítulo 16 de Êxodo, o Senhor mandou que Arão guardasse um ômer. Essas era a décima parte do que o povo colhia a cada dia. Esse é o princípio do dízimo. Aquela porção era guardada como memorial diante do Senhor. A décima parte era sagrada separada ao Senhor. A décima parte era do Senhor e ninguém poderia tocar nela.

Disse Moisés: Esta é a palavra que o SENHOR ordenou: Dele encherás um gômer e o guardarás para as vossas gerações, para que vejam o pão com que vos sustentei no deserto, quando vos tirei do Egito. Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, mete nele um gômer cheio de maná e coloca-o diante do SENHOR, para guardar-se às vossas gerações. Como o SENHOR ordenara a Moisés, assim Arão o colocou diante do Testemunho para o guardar. E comeram os filhos de Israel maná quarenta anos, até que entraram em terra habitada; comeram maná até que chegaram aos limites da terra de Canaã. Gômer é a décima parte do efa. Ex. 16:32-36

O número dez é a forma mais simples de multiplicar. Mesmo na Palavra de Deus a multiplicação por dez é utilizada. O princípio do dez por cento é sempre para multiplicação.

Aqui temos um décimo separado para o Senhor. A décima parte é sempre de Deus. Não é por acaso que os dez mandamentos são para o Senhor, pois nenhum de nós jamais poderia guardá-los.

A décima parte são as primícias e quando as primícias são devolvidas ao Senhor toda a colheita é santificada. Romanos 11:16 diz que “se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão”. Precisamos lembrar que o dinheiro é sempre imundo. Nós simplesmente não sabemos de onde veio o dinheiro que estamos usando. O dinheiro está sempre circulando. Mas quando damos o dízimo ele é santificado em nossas mãos. Porque precisamos santificá-lo? Por que o diabo não pode tocar no que é santo. Ele toca apenas no que é imundo.

Lembre-se que o maná deveria ser colhido cedo de manhã. Não se preocupe em definir que horas seria cedo o suficiente, apenas esteja certo de que o maná é a sua primeira prioridade a cada dia. Se ele é a prioridade ele será a primícia que vai santificar o seu dia.

No hebraico a palavra rico e a palavra dez são a mesma palavra (ashar e asar). São escritas do mesmo modo com um pequena mudança na pronúncia. Isso é para indicar como nossas riquezas são adquiridas e aguardadas.

 

  1. Os que não desejam o maná

Em números 11 lemos que o populacho que estava no meio do povo se cansou do maná. Aquele populacho era constituído de egípcios que quiseram sair do Egito junto com o povo de Israel. Eles não eram de fato povo de Deus.

E o populacho que estava no meio deles veio a ter grande desejo das comidas dos egípcios; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar e também disseram: Quem nos dará carne a comer? Lembramo-nos dos peixes que, no Egito, comíamos de graça; dos pepinos, dos melões, dos alhos silvestres, das cebolas e dos alhos. Agora, porém, seca-se a nossa alma, e nenhuma coisa vemos senão este maná. Era o maná como semente de coentro, e a sua aparência, semelhante à de bdélio. Espalhava-se o povo, e o colhia, e em moinhos o moía ou num gral o pisava, e em panelas o cozia, e dele fazia bolos; o seu sabor era como o de bolos amassados com azeite. Nm. 11:4-8

Deus deu o maná para ser alimento, mas eles diziam que a alma deles estava seca. Não tinham prazer em Cristo. O texto diz que eles tentavam produzir coisas com o maná. Moíam, cozinhavam em panelas, faziam bolos, mas não tinham satisfação. Isso simboliza aqueles que espremem a palavra buscando novas revelações porque não estão satisfeitos com Cristo.

Há muitos que desejam aprender sobre coisas como milagres, prosperidade ou teologia. Ele moem a palavra e fazem bolos, mas no final essa comida perde a doçura do mel.

 

  1. O maná escondido

O povo comeu do maná público, mas existe um maná escondido reservado para o vencedor. Há aqueles que perdem o interesse em comer o maná, mas para o crente faminto do Senhor há a promessa do maná escondido.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe. Ap. 2:17

O maná era o alimento para a edificação do tabernáculo. Sem o maná a igreja não pode ser edificada simplesmente porque não teremos forças para isso.

A única coisa que o povo fez no deserto foi edificar o Tabernáculo e fizeram isso comendo apenas maná.

Observe que depois de receber do maná escondido receberemos uma pedrinha branca. A pedra é para a edificação do tabernáculo de Deus entre os homens: a igreja. Mas certamente aponta para o fato de que quando comemos de Cristo somos também transformados em pedra para a edificação.

 

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