“Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar.”(Is 48.17)

 

Confissão:O Espírito Santo  dá direção ao meu espírito e iluminação á minha mente. Ele mostra o caminho por onde devo andar em todas as áreas da minha vida. Deus, meu Pai, me tem concedido espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento d’Ele. Tem iluminado os olhos do meu coração para que eu conheça a suprema grandeza do seu poder dentro de mim. (Ef 1.17-18). A sabedoria está no meu interior(1Co 1.30). Seu amor é perfeito em mim. Eu tenho a unção do Santo (1Jo 2.20).

 

12.05.17 [20º Dia Jejum O PÃO DOS FILHOS] –O PÃO, O VINHO E O ÓLEO.

 

Deus sempre usa coisas simples e comuns para revelar o seu poder. Uma queixada de jumento nas mãos de Sansão destruiu mil filisteus. Trombetas simples feitas de chifres de carneiros foram os instrumentos para a destruição das muralhas de Jericó. A maneira de Deus é usar o que podemos fazer no natural para alcançarmos o que nunca poderíamos fazer por nós mesmos.

Se o Senhor nos mandou usar o óleo para orar com os enfermos, quem somos nós para questioná-lo? Sempre haverá pessoas dizendo que usar o óleo não passa de superstição evangélica, mas a verdade é que se trata de algo bíblico ordenado por Deus. A tolice de Deus é mais sábia que a sabedoria dos homens e a fraqueza de Deus é mais forte que a força dos homens ( I Cor. 1:25).

Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Tg. 5:14-15

A palavra de Deus não nos explica porque a necessidade de se ungir com o óleo, mas a direção de Deus é bem clara. O enfermo deve ser ungido com o óleo, mas parece bem claro que não é o óleo que opera o milagre, mas a oração da fé. A unção com óleo é algo feito em fé. O óleo é o meio por onde a fé a liberada.

Todos sabemos que a fé é resultado de revelação da palavra de Deus. Quando compreendemos o que a palavra de Deus diz a respeito de um determinado assunto então temos fé para orar sobre aquilo. Temos visto muitos irmãos receberem o milagre depois da unção com óleo.

Ungir com óleo não é misticismo e nem superstição, mas a maneira bíblica de lidar com certas situações. A provisão de Deus para nós envolve o pão, o vinho e o óleo. O nosso problema é que temos lidado com esses elementos de forma apenas simbólica.

O Espírito Santo tem nos mostrado que a Ceia se tornou em muitos lugares apenas um símbolo sem poder. Não estamos dizendo que existe a transubstanciação, mas certamente há poder quando comemos o pão e bebemos o vinho durante a Ceia. Creio que o medo de ser supersticioso tem levado a igreja a tirar o poder da Ceia e também a desprezar a unção com óleo. Mas a verdade é que a Ceia e a unção com óleo são meios da graça. São formas que Deus mesmo estabeleceu para nos ministrar a sua graça e poder.

A Ceia era algo tão importante para a igreja primitiva que eles a celebravam diariamente e de casa em casa.

Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração. At. 2:46

Em I Coríntios 11 Paulo diz que ele recebeu diretamente do Senhor a revelação da Ceia. Ele diz que na noite em que foi traído o Senhor tomou o pão e o vinho. Ele adverte que o fato dos irmãos não entenderem o significado da Ceia era a razão por que havia entre eles muitos fracos e doentes e também muitos que morreram prematuramente ( I Cor. 11:30).

Assim podemos dizer que quando discernimos o corpo de Cristo (não apenas o sangue), podemos desfrutar de saúde, força e uma vida longa. Agora precisamos ter também a revelação da importância do óleo da unção.

Tudo aquilo que ensinamos e praticamos na vida da igreja deve estar baseado na Palavra de Deus e não em nossas experiências. Temos visto e ouvido testemunho de muitas pessoas que foram curadas depois de serem ungidas com óleo, no entanto não baseamos nisso o nosso ensino, mas na Palavra de Deus.

Em muitos lugares das escrituras nós encontramos um grupo de três produtos reunidos: cereal (trigo), vinho e azeite. Esses três elementos representam a provisão de Deus para o seu povo.

Ele te amará, e te abençoará, e te fará multiplicar; também abençoará os teus filhos, e o fruto da tua terra, e o teu cereal, e o teu vinho, e o teu azeite, e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas, na terra que, sob juramento a teus pais, prometeu dar-te. Bendito serás mais do que todos os povos; não haverá entre ti nem homem, nem mulher estéril, nem entre os teus animais. O SENHOR afastará de ti toda enfermidade; sobre ti não porá nenhuma das doenças malignas dos egípcios, que bem sabes; antes, as porá sobre todos os que te odeiam. Dt. 7:13-15

O trigo e o vinho representam os elementos da Ceia, mas o azeite aponta para o óleo da unção. Esses três elementos colocados juntos nos farão mais abençoados do que todos os povos. Isso nos mostra que precisamos ter revelação da importância da Ceia e da unção com óleo.

Se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos que hoje vos ordeno, de amar o SENHOR, vosso Deus, e de o servir de todo o vosso coração e de toda a vossa alma, darei as chuvas da vossa terra a seu tempo, as primeiras e as últimas, para que recolhais o vosso cereal, e o vosso vinho, e o vosso azeite. Dt. 11:13-14

Evidentemente a chuva fará com que todo tipo de lavoura e rebanho prospere, mas Deus resumiu todos os elementos a esses três: o cereal, o vinho e o azeite.

A promessa de Deus é que teríamos abundância de pão, vinho e óleo, ou seja, temos desfrutado da cura do pão, do perdão do vinho, mas precisamos fluir mais nos benefícios da unção.

Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, regozijai-vos no SENHOR, vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia. As eiras se encherão de trigo, e os lagares transbordarão de vinho e de óleo. JL. 2:23-24

É interessante que a palavra chuva em hebraico é “moreh” que também significa professor. Isso mostra uma relação entre ensino e chuva do céu. Quando o céu chove sobre nós então temos plenitude de revelação e ensino da Palavra de Deus.

 

O poder da unção com óleo

É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. Sl 133.2

O óleo precioso do Espírito de Deus desce da cabeça. Evidentemente somente aqueles que estão conectados à cabeça desfrutam do óleo fresco da unção. Queremos experimentar esse óleo juntos, na comunhão dos santos.

O Espírito Santo é o poder de Deus e este poder está em você. O Espírito Santo é a unção de Deus sobre nós. Mas, quando estamos juntos em comunhão, essa unção é potencializada e este poder pode ser liberado de forma explosiva sobre nós.

O óleo representa a unção do Espírito na Palavra de Deus. O azeite era um elemento muito usado no mundo antigo, ele servia para muitas coisas e simboliza a provisão completa da unção do Espírito. O fato de o Salmo 133 nos dizer que a comunhão libera o óleo é algo muito precioso. Quando estamos unidos a nossos irmãos, esse óleo desce da cabeça, que é Cristo, e alcança todos os membros.

O uso do óleo entre o povo de Israel é um retrato claro da provisão completa da unção para o povo de Deus hoje.

 

  1. O óleo é Alimento 

A primeira utilidade do azeite estava na preparação dos alimentos, sendo ele mesmo, na verdade, um alimento. No mesmo princípio, nós precisamos receber periodicamente uma porção da unção do azeite do céu como alimento. Quando deixamos de nos alimentar dessa unção, somos enfraquecidos e nos sentimos incapazes de fazer a vontade de Deus. A unção, portanto, é alimento.

Porém tu exaltas o meu poder como o do boi selvagem; derramas sobre mim o óleo fresco. Os meus olhos vêem com alegria os inimigos que me espreitam, e os meus ouvidos se satisfazem em ouvir dos malfeitores que contra mim se levantam. Sl. 92.10-11

O óleo fresco derramado tem o poder de nos fortalecer. E quando somos assim ungidos podemos ver o inimigo e nos alegrar com a vitória.

Assim como o Pão e o Vinho o óleo faz parte de nossa dieta espiritual. No Velho Testamento o sacerdote tinha de oferecer dois cordeiros como sacrifício todos os dias, um pela manhã e outro ao por do sol.

Isto é o que oferecerás sobre o altar: dois cordeiros de um ano, cada dia, continuamente. Um cordeiro oferecerás pela manhã e o outro, ao pôr-do-sol. Com um cordeiro, a décima parte de um efa de flor de farinha, amassada com a quarta parte de um him de azeite batido; e, para libação, a quarta parte de um him de vinho Ex. 29:38-40

Esses dois cordeiros apontam para o Senhor Jesus que foi colocado na cruz de manhã, à 9 horas e morreu a tarde, às 3 horas. Impressionante é que os cordeiros eram imolados exatamente nessas horas.

Hoje não temos mais de oferecer o Cordeiro, pois o seu sacrifício é eterno, mas ainda trazemos a farinha para o pão, o vinho que representa o sangue e o óleo do azeite. Desfrutamos do pão e do vinho na Ceia, mas precisamos crer que há um lugar reservado para a unção com o óleo.

A Palavra de Deus menciona muitas vezes o cereal, o vinho e o óleo. Todos esses elementos apontam para o Senhor Jesus.

Antes de se obter o pão, o grão de trigo precisa ser amassado, batido e depois moído para se tornar a farinha. Depois disso ela deve ser passada no fogo para só então termos o pão. O Senhor Jesus se tornou para nós o pão do céu, mas primeiro ele se tornou o grão de trigo que passou por todo esse processo no Calvário.

O vinho somente pode ser obtido depois que a uva é esmagada. O Senhor teve de ser esmagado pela ira de Deus para que pudesse ser o vinho novo da nossa alegria.

O óleo, por sua vez, vem da azeitona. Depois que ela é esmagada ela libera o óleo para suprimento. O Senhor Jesus também se tornou o nosso óleo depois de ser esmagado na Cruz pelo juízo de Deus.

O óleo sempre acompanha o trigo e o vinho. Depois que o Senhor Jesus partiu o pão e bebeu do vinho ele saiu e foi para o Getsêmani. A palavra Getsêmani significa “prensa de óleo”. Depois de repartir o pão e o vinho o Senhor foi prensado para liberar o óleo fresco sobre nós.

 

  1. O óleo nos limpa 

A segunda utilidade do azeite nos dias antigos era para fazer sabão. Assim a unção do azeite tem também a função de limpar e purificar as nossas vidas. Quando digo purificar, não me refiro propriamente à purificação do pecado, mas à libertação do jugo. O pecado é como um jugo que precisa ser quebrado na vida de muitos e é a unção que destrói esse jugo.

Acontecerá, naquele dia, que o peso será tirado do teu ombro, e o seu jugo, do teu pescoço, jugo que será despedaçado por causa da gordura (unção com óleo). Is. 10:27

Evidentemente a unção com óleo aqui aponta para o Espírito Santo, todavia o Senhor diz que o meio que essa unção fluirá será pela unção com óleo. Não estou dizendo que o óleo possui poder de si mesmo, mas quando esse óleo é ungido e santificado então ele passa a ter uma função espiritual do mesmo modo que o pão e o vinho na Ceia.

 

  1. O óleo é combustível 

No Tabernáculo o candelabro era mantido aceso usando o azeite como combustível. Nossa luz somente pode brilhar diante do mundo se houver o azeite do céu em combustão dentro do nosso espírito. Esse azeite vem sobre nós na comunhão dos irmãos. Cada vez que nos reunimos, devemos esperar uma medida do combustível celestial sobre nós.

Diante do candelabro estava a mesa dos pães e também uma jarra com o vinho para a libação. Todo sábado os pães eram trocados, mas não porque envelheciam, pois estavam sempre frescos e mornos por causa da presença de Deus. Somente quando cultivamos a presença de Deus é que temos o frescor e o vigor renovados.

Os sacerdotes comiam os pães da semana que havia passado e os rabinos dizem que eles não só permaneciam frescos como um pequeno pedaço era suficiente para sustentá-los. Isso mostra como somos alimentados pelo pão do céu, mas também pelo pão da Ceia.

Nesse momento o vinho da libação era derramado diante do Senhor. Também todo sacrifício tinha o vinho que aponta para a alegria e satisfação do Senhor. O serviço a Deus precisa ser com frescor e alegria.

Uma característica impressionante das oliveiras é a sua enorme longevidade. Quando vamos a Israel e visitamos o jardim do Getsêmani ficamos maravilhados de ver ali oliveiras com dois mil anos de idade. Algumas daquelas oliveiras viram Jesus suando sangue.

Eu creio que isso é um sinal do que a unção faz por nós, ela prolonga a vida. Como o tronco da oliveira é oco as sementes caem ali e germinam no tronco antigo perpetuando a sua vida. É por isso que o Salmo 128:3 diz que nossos filhos são como rebentos da oliveira. Eles germinam em nós que somos o tronco e perpetuam a nossa vida.

 

  1. O óleo é para uso sacerdotal 

O azeite também era usado pelo sacerdote para ungir e consagrar pessoas e coisas a Deus. O óleo é usado sempre que consagramos pastores para o ministério. O propósito de Deus somente pode ser cumprido por meio da unção e o óleo derramado sela esse momento.

Mas podemos também ungir objetos e coisas. Há um irmão entre nós que estava com a sua casa para vender há quase um ano e não conseguia. Muitas pessoas vinham ver a casa, mas nenhuma fazia uma proposta. Por fim ele resolveu orar no imóvel e ungir a sua porta com óleo. De maneira miraculosa alguns dias depois ele vendeu a sua propriedade.

Eu sei que há muita coisa estranha sendo feita entre os evangélicos. Alguns dizem que é o próprio óleo que cura e até dizem que o óleo de Israel tem mais poder. Isso de fato é errado, o óleo não possui nenhum poder em si mesmo, assim como o pão e o vinho não têm nenhum poder. Não devemos atribuir a esses elementos algum poder mágico. Mas, isso não muda o fato de que eles foram instituídos por Deus para o nosso benefício.

Disse o SENHOR a Moisés: Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra das vossas habitações, que eu vos hei de dar, e ao SENHOR fizerdes oferta queimada, holocausto ou sacrifício, em cumprimento de um voto ou em oferta voluntária, ou, nas vossas festas fixas, apresentardes ao SENHOR aroma agradável com o sacrifício de gado e ovelhas, então, aquele que apresentar a sua oferta ao SENHOR, por oferta de manjares, trará a décima parte de um efa de flor de farinha, misturada com a quarta parte de um him de azeite. E de vinho para libação prepararás a quarta parte de um him para cada cordeiro, além do holocausto ou do sacrifício. Nm. 15:1-5

Hoje não apresentamos mais o cordeiro, pois Cristo já foi morto de uma vez por todas pelos nossos pecados, todavia ainda trazemos o pão (farinha), o vinho e o azeite. Essa é a maneira como anunciamos a morte do Senhor até que ele venha.

 

  1. O óleo cura 

O aspecto mais importante da unção com óleo está em Tiago 5.14, onde a escritura nos manda ungir os enfermos para serem curados.

Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Tg. 5:14-15

Há cura disponível para o povo de Deus pela unção com o óleo e a oração da fé. Lembre-se sempre que o óleo não tem nenhum podem nele mesmo, mas quando esse óleo é separado e ministrado numa oração de fé o enfermo é curado e até os seus pecados são perdoados.

Alguns irmãos rejeitam a unção com óleo pensando que se trata de mera superstição e dizem não precisar do símbolo uma vez que já possuem a realidade do Espírito Santo dentro deles. Mas o próprio Senhor Jesus enviou seus discípulos para orar com enfermos ungindo-os com óleo.

Expeliam muitos demônios e curavam numerosos enfermos, ungindo-os com óleo. Mc. 6:13

É interessante que o Senhor também coloca a riqueza associada com a Ceia e o azeite. Creio que todo crente que tem a revelação do pão, do vinho e do azeite vai prosperar. Isso significa entender que na Cruz o Senhor foi prensando para liberar sua essência de vida sobre nós. Quando celebramos o pão, o vinho e o azeite declaramos que tudo procede do Senhor e nos é dado graciosamente.

Ela, pois, não soube que eu é que lhe dei o trigo, e o vinho, e o óleo, e lhe multipliquei a prata e o ouro, que eles usaram para Baal. Os. 2:8

Naquele dia, eu serei obsequioso, diz o SENHOR, obsequioso aos céus, e estes, à terra; a terra, obsequiosa ao trigo, e ao vinho, e ao óleo; e estes, a Jezreel. Os. 2:21-22

Foi depois da Páscoa que as riquezas do Egito foram dadas a Israel. Só depois de participarmos do Cordeiro e termos o sangue aplicado é que a riqueza das nações nos é transferida.

Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: Vem! Então, vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho. Ap. 6:5-6

O terceiro cavaleiro descrito em Apocalipse 6 simboliza a fome. Mas observe mais uma vez que os três elementos são mencionados. O trigo e a cevada são ambos usados para fazer o pão. O pão de trigo era para os mais ricos e o pão de cevada para os pobres. Mas a ordem do Senhor é que o vinho e o azeite não serão danificados e haverá provisão suficiente de pão.

Assim podemos dizer que o Senhor garante provisão para o seu povo do pão, do vinho e do azeite. Mesmo que o mundo sofre com a fome espiritual, nós sempre teremos em abundância. O Senhor ordenou ao diabo que não toque na provisão espiritual.

É interessante que todo o oriente médio tenha o óleo negro do petróleo, menos Israel. No entanto Deus liberou o óleo dourado da unção sobre o seu povo. O óleo negro move máquinas, mas o óleo dourado move pessoas e circunstâncias. Ele é a verdadeira riqueza da igreja.

 

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